O Doce Vagabundo
Ontem vi, mais uma vez, Luzes da Cidade e, mais uma vez, chorei no final. Que linda a última cena deste filme. Arrisco dizer que é uma das mais bonitas do cinema (pelo menos do que já vi). É de uma ternura, de uma tristeza, de uma emoção sem exageros, de uma doçura...
É por isso que amo os filmes de Charles Chaplin. Ele sabe dosar como ninguém as emoções mais ternas com a comédia (aparentemente) mais simples.
Neste filme, em especial, há cenas de comédia maravilhosas, como a luta de boxe e a tentativa de suicídio do milionário.
Não é à toa que, quase 80 anos depois do lançamento do filme (mudo, é bom enfatizar), ele continua a emocionar e a divertir. A arte não envelhece.
Falando em Chaplin
Os meus dois atores/diretores preferidos são conhecidos como "comediantes": Charles Chaplin e Woody Allen. Embora, aparentemente, eles não tenham muito em comum, os dois têm o mérito de tratar temas cotidianos com muita sensibilidade. E de misturar drama e comédia de uma forma harmônica.
É claro que os dois podem ser opostos: alguém imagina um filme de Allen sem palavras? Chaplin era o ator das multidões, Allen é admirado por poucos. Mas considero os dois geniais, cada um a seu modo. Os dois sensíveis. Os dois percebem a tragédia e a comédia de nosso dia-a-dia, sem optar por um só.
julho 30, 2006
julho 27, 2006
O mundo é grande mesmo!
O mundo é grande e eu quero conhecê-lo. Cada canto, cada esquina, cada detalhe. O mundo é azul e verde e eu quero conhecer cada folha e cada gota. O mundo é imenso e meu coração é do tamanho do mundo. Meu coração é vermelho e quero viver cada gota. Quero suar, quero acelerar, quero seguir, quero sentir. O mundo é grande e eu sou grande o suficiente para abraçar o mundo.
O mundo é grande e eu quero conhecê-lo. Cada canto, cada esquina, cada detalhe. O mundo é azul e verde e eu quero conhecer cada folha e cada gota. O mundo é imenso e meu coração é do tamanho do mundo. Meu coração é vermelho e quero viver cada gota. Quero suar, quero acelerar, quero seguir, quero sentir. O mundo é grande e eu sou grande o suficiente para abraçar o mundo.
julho 13, 2006
Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós ou Libertas quae sera tamen
A liberdade já foi cantada em verso e prosa pelos mais diferentes autores. Pois tinham razão. Nada melhor do que a liberdade. Principalmente do que a liberdade de seus próprios medos e paranóias. Principalmente quando se percebe o quão bestas elas eram. Principalmente quando se é capaz de olhar para trás e rir das nossas próprias supostas desgraças.
A liberdade já foi cantada em verso e prosa pelos mais diferentes autores. Pois tinham razão. Nada melhor do que a liberdade. Principalmente do que a liberdade de seus próprios medos e paranóias. Principalmente quando se percebe o quão bestas elas eram. Principalmente quando se é capaz de olhar para trás e rir das nossas próprias supostas desgraças.
julho 07, 2006
Insônia
Cinco e oito. O vermelho brilhante no escuro anuncia a hora sem pudor. Hora em que meninas com pudor deveriam estar sonhando, de olhos fechados e consciência distante.
O relógio anuncia que ela não tem pudor. Cinco e oito e ela ainda não dormiu.
O vermelho brilhante é o que mais a incomoda. A luz vermelha. Não poderia ser verde ou azul? Ela se sentia acuada pelo vermelho: cinco e oito.
Tentava fechar os olhos, pensava em carneirinhos pulando uma cerca. Um carneirinho pulou a cerca. O outro bateu com o pé na madeira no instante em que pulava. Coitado. O carneiro caiu de dor!
Ela abriu os olhos. Não podia ver ninguém sofrendo. Mas ali estava o vermelho assustador: cinco e nove.
Aquela luz, ao mesmo tempo discreta e voluptuosa, a incomodava.
Ela procurava paz, o silêncio de que precisava para o descanso. Mas só sentia o barulho do vermelho. Inquietante. Ensurdecedor.
Cinco e oito. O vermelho brilhante no escuro anuncia a hora sem pudor. Hora em que meninas com pudor deveriam estar sonhando, de olhos fechados e consciência distante.
O relógio anuncia que ela não tem pudor. Cinco e oito e ela ainda não dormiu.
O vermelho brilhante é o que mais a incomoda. A luz vermelha. Não poderia ser verde ou azul? Ela se sentia acuada pelo vermelho: cinco e oito.
Tentava fechar os olhos, pensava em carneirinhos pulando uma cerca. Um carneirinho pulou a cerca. O outro bateu com o pé na madeira no instante em que pulava. Coitado. O carneiro caiu de dor!
Ela abriu os olhos. Não podia ver ninguém sofrendo. Mas ali estava o vermelho assustador: cinco e nove.
Aquela luz, ao mesmo tempo discreta e voluptuosa, a incomodava.
Ela procurava paz, o silêncio de que precisava para o descanso. Mas só sentia o barulho do vermelho. Inquietante. Ensurdecedor.
junho 28, 2006
Sabino
De tudo ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro.
De tudo ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro.
junho 25, 2006
Vida louca vida
A vida é uma só. Feito essa gente que anda brincando com a vida. A vida é feita de altos e baixos. A vida é um hospital onde quase tudo falta. A vida é assim mesmo. A gente tem que curtir a vida. A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Deixa a vida me levar. Vida, minha vida, olha o que é que eu fiz. A vida só se dá para quem se deu.
Sei-lá. A vida tem sempre razão.
A vida é uma só. Feito essa gente que anda brincando com a vida. A vida é feita de altos e baixos. A vida é um hospital onde quase tudo falta. A vida é assim mesmo. A gente tem que curtir a vida. A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Deixa a vida me levar. Vida, minha vida, olha o que é que eu fiz. A vida só se dá para quem se deu.
Sei-lá. A vida tem sempre razão.
junho 23, 2006
Infância
Lembro pouco da minha infância. Eu era muito tímida. Falava pouco. Não era triste. Gostava de brincar. Com meus amiguinhos, mas, se eles não estivessem por perto, brincava sozinha. Tinha cabelos curtos e às vezes me confundiam com menino. Tinha covinhas engraçadas. Gostava de cantar. Gostava de ouvir conversa de adultos, embora nem sempre entendesse suas piadas.
Lendo O Encontro Marcado fiquei com vontade de lembrar.
Lembro pouco da minha infância. Eu era muito tímida. Falava pouco. Não era triste. Gostava de brincar. Com meus amiguinhos, mas, se eles não estivessem por perto, brincava sozinha. Tinha cabelos curtos e às vezes me confundiam com menino. Tinha covinhas engraçadas. Gostava de cantar. Gostava de ouvir conversa de adultos, embora nem sempre entendesse suas piadas.
Lendo O Encontro Marcado fiquei com vontade de lembrar.
junho 17, 2006
Gente
Caetano Veloso
Gente olha pro céu
Gente quer saber o um
Gente é o lugar de se perguntar o um
Das estrelas se perguntarem se tantas são
Cada estrela se espanta à própria explosão
Gente é muito bom
Gente deve ser o bom
Tem de se cuidar, de se respeitar o bom
Está certo dizer que estrelas estão no olhar
De alguém que o amor te elegeu pra amar
Marina, Bethânia, Dolores, Renata, Leilinha, Suzana, Dedé
Gente viva brilhando, estrelas na noite
Gente quer comer
Gente quer ser feliz
Gente quer respirar ar pelo nariz
Não, meu nego, não traia nunca essa força, não
Essa força que mora em seu coração
Gente lavando roupa, amassando pão
Gente pobre arrancando a vida com a mão
No coração da mata, gente quer prosseguir
Quer durar, quer crescer, gente quer luzir
Rodrigo, Roberto, Caetano, Moreno, Francisco, Gilberto, João
Gente é brilhar, não pra morrer de fome
Gente deste planeta do céu de anil
Gente, não entendo, gente, nada nos viu
Gente, espelho de estrelas, reflexo do esplendor
Se as estrelas são tantas, só mesmo amor
Maurício, Lucila, Gildásio, Ivonete, Agripino, Gracinha, Zezé
Gente, espelho da vida, doce mistério
Caetano Veloso
Gente olha pro céu
Gente quer saber o um
Gente é o lugar de se perguntar o um
Das estrelas se perguntarem se tantas são
Cada estrela se espanta à própria explosão
Gente é muito bom
Gente deve ser o bom
Tem de se cuidar, de se respeitar o bom
Está certo dizer que estrelas estão no olhar
De alguém que o amor te elegeu pra amar
Marina, Bethânia, Dolores, Renata, Leilinha, Suzana, Dedé
Gente viva brilhando, estrelas na noite
Gente quer comer
Gente quer ser feliz
Gente quer respirar ar pelo nariz
Não, meu nego, não traia nunca essa força, não
Essa força que mora em seu coração
Gente lavando roupa, amassando pão
Gente pobre arrancando a vida com a mão
No coração da mata, gente quer prosseguir
Quer durar, quer crescer, gente quer luzir
Rodrigo, Roberto, Caetano, Moreno, Francisco, Gilberto, João
Gente é brilhar, não pra morrer de fome
Gente deste planeta do céu de anil
Gente, não entendo, gente, nada nos viu
Gente, espelho de estrelas, reflexo do esplendor
Se as estrelas são tantas, só mesmo amor
Maurício, Lucila, Gildásio, Ivonete, Agripino, Gracinha, Zezé
Gente, espelho da vida, doce mistério
Tolerância
A parada gay, em São Paulo, é um símbolo de tolerância. Ainda que seja superficial, ainda que seja só por um dia, ainda que seja só tolerência e não aceitação.
O Brasil, ou grande parte dele, ainda acredita na ilusão de que aqui não existe preconceito. Totalmente falso. O brasileiro pode até não ser, em sua maioria, violento fisicamente ao expressar seu preconceito. Mas verbalmente certamente o é. E também nas atitudes sem palavras. No dia-a-dia.
Contra gays, contra judeus, contra negros, contra japoneses e descendentes (este eu descobri em São Paulo). É de leve, é quase envergonhado. Mas, não dê espaço, se não quiser ouvir alguns absurdos.
A parada gay, em São Paulo, é um símbolo de tolerância. Ainda que seja superficial, ainda que seja só por um dia, ainda que seja só tolerência e não aceitação.
O Brasil, ou grande parte dele, ainda acredita na ilusão de que aqui não existe preconceito. Totalmente falso. O brasileiro pode até não ser, em sua maioria, violento fisicamente ao expressar seu preconceito. Mas verbalmente certamente o é. E também nas atitudes sem palavras. No dia-a-dia.
Contra gays, contra judeus, contra negros, contra japoneses e descendentes (este eu descobri em São Paulo). É de leve, é quase envergonhado. Mas, não dê espaço, se não quiser ouvir alguns absurdos.
fevereiro 10, 2006
Lar, doce lar
Depois de dois anos em São Paulo, me rendi. Aceitei. Resignei-me. Tão cedo não saio daqui.
Aceitar isso, no entanto, tem suas compensações. Agora posso fazer planos. Já comecei, para falar a verdade.
Hoje assinei o contrato de aluguel do meu apezinho. MEU apezinho. Pela primeira vez vou morar completamente sozinha.
Estou um pouco ansiosa e muito feliz. Tenho uma sensação de independência e liberdade, mas ao mesmo tempo de responsabilidade. Estou virando gente grande. Para o bem e para o mal.
Depois de dois anos em São Paulo, me rendi. Aceitei. Resignei-me. Tão cedo não saio daqui.
Aceitar isso, no entanto, tem suas compensações. Agora posso fazer planos. Já comecei, para falar a verdade.
Hoje assinei o contrato de aluguel do meu apezinho. MEU apezinho. Pela primeira vez vou morar completamente sozinha.
Estou um pouco ansiosa e muito feliz. Tenho uma sensação de independência e liberdade, mas ao mesmo tempo de responsabilidade. Estou virando gente grande. Para o bem e para o mal.
dezembro 04, 2005
Sei lá... a vida tem sempre razão
(Toquinho/Vinícius)
Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
(Toquinho/Vinícius)
Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
novembro 21, 2005
Para quem gosta de Vinícius
Eu, que sempre amei Vinícius de Moraes, tenho hoje um estilo de vida oposto àquele que ele gostava e - por meio de sua obra - pregava.
Vai, vai, vai viver, dizia o poeta em Canto de Ossanha.
Ou ainda, em Samba da Benção:
Feito essa gente que anda por aí brincando com a vida
Cuidado companheiro! A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só.
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado em baixo: Deus.
E com firma reconhecida
Ele mergulhou em nove casamentos, mergulhou na poesia e na música e, depois, na reinvenção de sua poesia e música. Sem medo.
Ultimamente, minha vida tem sido muito trabalho. E para quê? para quando vai ficar a vida? para quando vão ficar os riscos?
São Paulo tem me feito mal. Estou cada vez mais me metamorfoseando em paulista. Já uso salto alto. Trabalho enlouquecida e estressantemente. Daqui a pouco serão os terninhos e a chapinha.
Não é nada disso que quero para mim. Conseguirei escapar da armadilha do hábito, do certo e do conforto? Saberei escolher o momento certo?
Depois de ver o documentário - excelente - Vinícius de Moraes essas dúvidas ficaram mais fortes em mim.
Aliás, recomendo o filme. Depoimentos maravilhosos de Chico, Edu Lobo, da filha de Vinícius. Imagens antológicas, como a de Vinícius e Tom completamente bêbados. Músicas lindas. Poemas maravilhosos muito bem declamados.
Mas, uma certeza: com mais de duas horas, é só para quem gosta de Vinícius.
Eu, que sempre amei Vinícius de Moraes, tenho hoje um estilo de vida oposto àquele que ele gostava e - por meio de sua obra - pregava.
Vai, vai, vai viver, dizia o poeta em Canto de Ossanha.
Ou ainda, em Samba da Benção:
Feito essa gente que anda por aí brincando com a vida
Cuidado companheiro! A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só.
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado em baixo: Deus.
E com firma reconhecida
Ele mergulhou em nove casamentos, mergulhou na poesia e na música e, depois, na reinvenção de sua poesia e música. Sem medo.
Ultimamente, minha vida tem sido muito trabalho. E para quê? para quando vai ficar a vida? para quando vão ficar os riscos?
São Paulo tem me feito mal. Estou cada vez mais me metamorfoseando em paulista. Já uso salto alto. Trabalho enlouquecida e estressantemente. Daqui a pouco serão os terninhos e a chapinha.
Não é nada disso que quero para mim. Conseguirei escapar da armadilha do hábito, do certo e do conforto? Saberei escolher o momento certo?
Depois de ver o documentário - excelente - Vinícius de Moraes essas dúvidas ficaram mais fortes em mim.
Aliás, recomendo o filme. Depoimentos maravilhosos de Chico, Edu Lobo, da filha de Vinícius. Imagens antológicas, como a de Vinícius e Tom completamente bêbados. Músicas lindas. Poemas maravilhosos muito bem declamados.
Mas, uma certeza: com mais de duas horas, é só para quem gosta de Vinícius.
novembro 09, 2005
outubro 13, 2005
Top 3
Li uma seqüência de livros MUITO bons neste último mês.
Recomendo os três para quem quiser garantir momentos de deleite literário.
Em ordem de leitura:
Memórias de Minhas Putas Tristes - Gabriel Garcia Marquez
Budapeste - Chico Buarque
O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde
O próximo já está na minha mesinha de cabeceira: Encontro Marcado, Fernando Sabino
Li uma seqüência de livros MUITO bons neste último mês.
Recomendo os três para quem quiser garantir momentos de deleite literário.
Em ordem de leitura:
Memórias de Minhas Putas Tristes - Gabriel Garcia Marquez
Budapeste - Chico Buarque
O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde
O próximo já está na minha mesinha de cabeceira: Encontro Marcado, Fernando Sabino
setembro 08, 2005
Baladinhas (ou A noite alternativa em São Paulo)
Sim. Existe vida noturna fora das Vilas Olímplia (arghhh!!) e Madalena, em São Paulo. Após um ano e meio de Sampa, finalmente conheci dois lugares muito bacanas para dançar e conhecer gente interessante.
O primeiro é o Saraievo, que fica na Auguta. É uma mistura de Bukowski (antigo) com Loud (antiga). Duas pistas, um ambiente com uns sofazinhos e, antes da meia-noite, umas mesinhas de plástico do lado de fora. E, o melhor, tem cerveja de garrafa com copinho americano!
O outro lugar é mais famosinho: a trash 80's (do centro, claro!). GLS, uma galera divertida e umas músicas muito, muito, muito trash! Versões de músicas americanas (como uma virgem, tocada pela primeira vez), música sertaneja, música brega, músicas da infância (Trem da Alegria, Xuxa, Mara, Balão Mágico...): tudo dos anos 80! É para ir de mente aberta, para rir bastante.
Por enquanto, esses são dos lugares que fui. Me diverti horrores!!! Conheci gente legal... Agora, é catar novos lugares, de preferência bem distantes das vilas.
Sim. Existe vida noturna fora das Vilas Olímplia (arghhh!!) e Madalena, em São Paulo. Após um ano e meio de Sampa, finalmente conheci dois lugares muito bacanas para dançar e conhecer gente interessante.
O primeiro é o Saraievo, que fica na Auguta. É uma mistura de Bukowski (antigo) com Loud (antiga). Duas pistas, um ambiente com uns sofazinhos e, antes da meia-noite, umas mesinhas de plástico do lado de fora. E, o melhor, tem cerveja de garrafa com copinho americano!
O outro lugar é mais famosinho: a trash 80's (do centro, claro!). GLS, uma galera divertida e umas músicas muito, muito, muito trash! Versões de músicas americanas (como uma virgem, tocada pela primeira vez), música sertaneja, música brega, músicas da infância (Trem da Alegria, Xuxa, Mara, Balão Mágico...): tudo dos anos 80! É para ir de mente aberta, para rir bastante.
Por enquanto, esses são dos lugares que fui. Me diverti horrores!!! Conheci gente legal... Agora, é catar novos lugares, de preferência bem distantes das vilas.
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